Tuesday, September 04, 2007

Série Educação Sexual: tudo o que você sempre quis saber sobre gays, e nunca teve a quem perguntar

Dia desses precisei ir à casa de um amigo, de madrugada: 8 da matina. Eu tinha necessidade de realizar umas pesquisas para a minha monografia, e como com Lerdinha o buraco é mais embaixo, não rolaria de jeito nenhum fazer isso em casa. Então me mandei com pen-drive e um monte de livros sobre metodologia científica para a casa do ilustre Ramires.
Cheguei à casa do maluco e ele estava dormindo. Então fiquei sentado numa cadeira, esperando alguém dar sinal de vida.
Nisso encontrei um livrinho pequeno, de capa marrom, chamado “Moderna Enciclopédia Sexual”, escrito por Aramis Della Giacoma, que até agora não sei se é homem ou mulher. Mais por não ter o que fazer, folheei o dito livro. E me deparei com a foto de um homem parecido com a Vera Verão. Passei os olhos sobre o texto e... quase acordei o maluco de tanto sorrir com o que eu estava lendo! É bizarro, é surreal! Até agora só acredito que este livro porque estou com ele em mãos.
Bom, leiam os meus trechos favoritos, especificamente o capítulo que trata da homossexualidade. E vejam como muito do que pensávamos sobre os homossexuais estava equivocado! Obrigado, Della Giacoma, por abrir nossos olhos!
Ah, qualquer dia desses eu escrevo algumas pérolas retiradas do capítulo sobre doenças sexualmente transmissíveis.

Extraído da “Moderna Enciclopédia Sexual”, volume 3, escrita por Aramis Della Giacoma:

Uma das aberrações sexuais mais comuns consiste na incapacidade de transferir o interesse sexual e o amor de pessoas de um sexo para o sexo oposto. As pessoas normais quando atingem a heterossexualidade enamoram-se por pessoas do sexo oposto. [...] A sociedade condena o homossexualismo, porque contraria as leis da natureza, isto é, que o homem e a mulher devem se casar e ter filhos. É necessário compreender que tanto as lésbicas, como os pederastas, são pessoas ou indivíduos extremamente infelizes, e são geralmente vítimas de alguma alteração física ou emocional que eles não podem evitar.


[...]


O homossexualismo masculino existe desde “o prostituto sofisticado”, que pode ser identificado imediatamente a olhos vistos até uma pessoa íntima (marido, filho ou irmão), em que uma pessoa de raciocínio rápido jamais suspeitaria que fosse um homossexual. Há homossexuais masculinos bonitos, elegantes, inteligentes e ricos; os feios, pouco inteligentes e pobres, e todas as combinações de degradações intermediárias.


[...]


Os homossexuais [...] são como carros de estrada de ferro, que um engano de chave fez passar para uma outra linha errada e que em vista disso passam a circular em direção oposta. [...] Os homossexuais são divididos em dois tipos: os ativos e os passivos. Os homossexuais ativos, como o nome indica, desempenham papel masculino no relacionamento. O homossexual ativo é geralmente uma criatura abrutalhada, de gestos rudes, muito capaz de ferir qualquer outro de sua espécie que atrapalhe “sua conquista”. O homossexual ativo gosta de vestir-se com calças bem apertadas a fim de que o tamanho de seus órgãos genitais fiquem claramente evidentes. Para eles, o volume dos testículos e respectiva bolsa escrotal, exibido através da fazenda, é tão importante para satisfazer-lhe a vaidade, como o volume e firmeza dos seios são para a mulher. O homossexual passivo, habitualmente conhecido como pederasta, é facilmente reconhecido por adotar trejeitos e modos de falar tipicamente femininos.
Notamos em nossas pesquisas, que o homossexual dá muito pouca importância aos padrões morais e sociais. Alguns fazem questão de espezinhar os valores sociais e morais. O homossexual convicto não tem vergonha, senso de conveniência e de comportamento e pouca ou nenhuma consideração pelos sentimentos alheios.
Os homossexuais, quer passivos, quer ativos, são pessoas estranhas. Detestam as mulheres, embora os homossexuais passivos façam o possível para assemelhar-se a elas. Sempre que possível, eles usam trajes femininos, constituindo a classe dos travestis. Alguns chegam ao extremo de recorrer a cirurgia para remoção dos órgãos genitais e implantar seios artificiais. A despeito dos desesperados esforços para se assemelharem às mulheres, simplesmente detestam-nas mais do que tudo no mundo.


[...]


A felação é um dos meios mais usados pelos quais obtêm-se prazer sexual. Essas pessoas perderam, não por culpa própria, capacidade de fazer amor com uma mulher e desfrutar uma vida sexual normal e feliz.
Geralmente os contatos dos homossexuais são feitos com parceiros, nos bares e outros pontos de freqüência por eles conhecidos. Depois de feito o contato e enunciado a aceitação, eles marcam um encontro no lugar mais conveniente próximo. No ocidente, eles costumam usar os lavatórios públicos. Quando os dois homossexuais chegam ao ponto de encontro, eles não perdem tempo em práticas preliminares, um deles já começa imediatamente a alisar o pênis do outro e tão logo ocorre a ereção, o pederasta prepara-se para o coito anal. Em questão de minutos, tudo está consumado e os dois se separam, seguindo cada um o seu próprio, solitário e infeliz destino. Os homossexuais são essencialmente promíscuos.


[...]


Não é verdade que a maioria dos homossexuais sejam facilmente reconhecidos por qualquer pessoa. Muitas vezes entretanto, eles podem reconhecer-se uns aos outros. Isto não se deve a qualquer característica física distinta, mas porque, ao cruzarem, fazem trejeitos que os identifiquem. Grande parte do “estudo” é feito com os olhos, por meio de olhares penetrantes e prolongados, através do exame do corpo inteiro. Nos banheiros públicos, o protocolo para fazer-se contato é baseado em sinais para os indivíduos, na cabine ao lado, habitualmente, batendo de leve com o pé, ou algumas vezes passando bilhetes por baixo da parede divisória, ou permanecendo no mictório por período de tempo mais longo, acariciando o próprio pênis e então, olhando e finalmente tocando o pênis do homem ao lado; aliás, esta prática é muito usada no Brasil.


[...]


Nas ruas, nos parques, e nos mictórios, há duas vantagens nítidas sobre as saunas, para tal indivíduo. A primeira vantagem é que não há competição imediata em relação ao seu parceiro sexual. Os homossexuais que lá vão, geralmente encontram outra pessoa sozinha e desta maneira, na opinião do parceiro sexual que o agradou, terá provavelmente que aceitá-lo, a menos que queria esperar por tempo indeterminado, até que surja outro e venha ter com ele. A segunda vantagem é a taxa de admissão na sauna, enquanto os parques, as ruas e os mictórios nada custam. Além disso, o bar é o único lugar que oferece distrações como conversa, álcool, música e algumas vezes danças e espetáculos. Excluindo os bares, os lugares públicos são quase sempre freqüentados por homossexuais com propósitos explícitos, o de arrumar um parceiro.


bares são perfeitos locais para sexo entre homens... na foto acima, o careca lança um olhar penetrante ao garçom. difícil dizer quem é o passivo e quem é o ativo



(nota pessoal: pais do mundo todo, proíbam com urgência seus filhos de visitarem o parquinho local, afinal, é um lugar de pegação gay em potencial... e nem deixem seus filhos desistirem dos estudos, pois, segundo um trecho que não transcrevi aqui, todo homossexual masculino era péssimo aluno e, por alguma razão, não conseguiu concluir seus estudos, abandonando a escola! Se você estiver em um banheiro público, já sabe: alguém batendo o pé ao seu lado é sinal de problema, saia correndo! Ainda bem que temos pessoas como o Della Giacoma para nos alertar para os perigos deste mundo)

1 comments:

Lord Broken Pottery said...

Acaba, realmente, ficando divertido tamanho são os amontoados de conceitos politicamente incorretos. Ainda não tinha visto alguém conceituar tanto, generalizando.
Grande abraço